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Planeta dos Macacos – A Origem – Crítica

2 setembro 2011

Rise of the Planet of the Apes – EUA- 2011 – Direção: Rupert Wyatt – Elenco: James Franco, Andy Serkis, John Lithgow, Tom Felton – Duração: 105 minutos – Gênero: Ficção Científica – Avaliação: Ótimo

Atenção: a crítica tem SPOILERS, que contam detalhes do filme.

Will Rodman (James Franco) é um cientista que trabalha em um laboratório onde macacos são cobaias para o desenvolvimento de medicamentos. Atualmente ele está envolvido em um projeto onde existe o conflito de interesses: ele busca um medicamento para a cura do Mal de Alzheimer, o qual seu pai Charles (John Lithgow) é vítima. Ele tem resultados interessantes com uma macaca que recebeu a nova droga. Porém, ao demonstrar a nova droga para os acionistas do projeto, um acidente com a macaca faz sua pesquisa ser abortada, com censura de seu superior. Deste ponto de fracasso, ele acaba levando um filhote de macaco para casa. Lá, ignorando os procedimentos éticos do laboratório, ele administra a nova droga em seu pai, que tem incríveis avanços na luta contra a doença. Em paralelo, ele descobre que o pequeno macaco Caesar (César, para os tupiniquins) vai desenvolvendo uma incrível habilidade cognitiva, resultante da genética de sua mãe, percussora nos testes. A cada dia, Caesar está mais inteligente, como se fosse uma criança em desenvolvimento. Em um momento, ele pergunta se é um animão de estimação, e a partir  daí começa a entender seu lugar na família, o que aumenta sua percepção sobre sua vida. Ele começa a questionar se é apenas um animal, como um cachorro. Entretanto, seus sentimentos e inteligência o diferencia dos demais. Já maior, Caesar ataca um vizinho ao tentar defender Charles, que tem um retrocesso em seu quadro clínico. Com isto, Will perde sua guarda e ele é levado a um abrigo de macacos. Lá ele tem contato com a crueldade humana e descobre como realmente são tratados os macacos pelos humanos. Cada vez evoluído, Caesar começa a organizar os macacos para iniciar sua revolução. Evolução inicia revolução, e Caesar é agora o líder deste movimento contra os humanos. Começa o início de uma nova era para os humanos.

 

Planeta dos Macacos, A Origem, nos mostra como teria ocorrido a supremacia dos símios na Terra sobre os humanos retratada na trilogia O Planeta dos Macacos, onde os humanos são escravos e os macacos, a raça dominante. Como não assisti ainda a trilogia original, não posso comentar, mas como assisti o Planeta dos Macacos de 2011, de Tim Burton, chego a conclusão que está é infinitamente melhor, pela história que consegue prender durante todo o filme. Embora o filme seja pró-macaco, é importante ressaltar que todos os macacos foram criados em computador, o que pode ser notado em algumas cenas. Entretanto, o olhar de Caesar, interpretado por Andy Serkis, que também fez o Gollum de o Senhor dos anéis e King Kong. Sem dúvida, a computação gráfica impressiona e a cena da batalha na ponte é perfeita. O filme aborda vários temas, como uso de cobaias, ganância farmacêutica, maus tratos com os animais, solidariedade. Enfim, um leque cheio de temas. Mas vale aqui citar que Caesar não quer dominar o mundo. Ele apenas busca para os de sua espécie uma vida digna, livre, da qual foram tirados. Caesar não é mal e todos acabam torcendo por ele. Um filme que com certeza agradou aos novos telespectadores da série e acredito que não decepcionou os demais. Recomendo! Ah, logo depois dos primeiros créditos há uma cena que parece inspirar uma continuação. Vamos Aguardar.

Confira o trailer abaixo e vá assistir!

 

LClarindo, que achou o macaco mais inteligente que muitos!

A Árvore da Vida – Crítica

26 agosto 2011

The Tree Of Life – EUA- 2011 – Direção: Terrence Malick – Elenco: Brad Pitt, Sean Penn, Jessica Chastain, Fiona Shaw – Duração: 138 minutos – Gênero: Drama – Avaliação: Muito abaixo do esperado!

A Árvore da Vida, filme vencedor do Festival de Cannes e da Palma de Ouro mostra a história da família O’Brien. Brad Pitt (Sr. O’Brien) é um pai de família rígido, que na verdade queria ser músico, mas tem que entrar em outra carreira. A senhora O’Brien (Jessica Chastain) é a pura mostra do papel maternal. Com três filhos, a história começa com a notícia da morte de um dos filhos e dos sentimentos do casal com relação à isto. Enquanto isto, vemos no futuro o depressivo filho Jack (Sean Penn) que busca respostas para o sentido da vida, parecendo viver em um universo paralelo. A busca de Jack por respostas e a vida da família quando pequeno é o enredo do filme.

Ao terminar de assistir o filme, você tem dois caminhos: confessar que não entendeu nada e se arrepender de ter pago ou bancar o crítico de cinema e tentar explicar filosoficamente algo que é difícil de explicar, tipo obra de arte abstrata. O filme vem sendo fortemente elogiado pela crítica, mas se você é apenas um mortal que espera entender o filme que assistiu, pode se decepcionar. O filme certamente entrará naquele range de filmes que são cultuados ou odiados. Ou 8 ou 80. O filme inicia-se com a notícia da morte de um dos filhos, que somente no final parece que conseguirmos saber qual é. Quando somos apresentados à família, é um pouco mais fácil entender Jack no futuro. Desde pequeno, por conta da rígida educação imposta pelo pai, ele se vê motivado a contestar o seu redor, ao se tornar uma criança violenta, mas que na verdade só quer mais atenção do pai. O filme, neste propósito, nos mostra uma pessoa que carrega os traumas da infância para a vida adulta e tem uma existência conturbada.

O que mais é chato no filme é a sessão National Geographic / Discovery Channel. Como? Isto mesmo. Enquanto estamos entender a história, recebemos uma enxurrada dos mais diversos tipos de imagens da natureza (deserto, cachoeira, mar, vulcão) em que é o acredito que é o qual muitas pessoas saem da sala. Mas para mim, o ápice foi quando aparece um dinossauro! Isto mesmo! Um dinossauro! Foi demais. Depois disto, o conceito e a vontade de assistir acabaram de vez. Ao tentar demonstrar o Big Bang, o diretor gasta aproximadamente uns 20 minutos com as imagens. Total falta de necessidade! Faz somente com que o filme se arraste e se torne monótono. Somente vale a pena depois os momentos em que são mostrados os filhos pequenos, as emoções e descobertas, que valem a pena. No final, você ficará ainda mais confuso com tudo o que viu.

Eu esperava muito do filme, mas acabei decepcionado. E o bom é que como não há verdade absoluta, você pode amar ou odiar o filme. Meu conselho é esperar para assistir quando você tiver o recurso de avançar o filme! Fora isto, a ida ao cinema pode se tornar uma grande decepção, ao assistir um filme onde parece que somente o diretor e uma dúzia de críticos entendem. Eu recomendo fugir!

 

LClarindo , que não finge que é entendido!

Transformers – O Lado Oculto da Lua – Crítica

5 julho 2011

Transformers – Dark of the Moon – EUA- 2011 – Direção: Michael Bay – Elenco: Shia LaBeouf, Rosie Huntington-Whiteley, Josh Duhamel, Patrick Dempsey – Duração: 157 minutos – Gênero: Ação – Avaliação: Muito Bom!

A saga dos Autobots versus Decepticons chega a sua terceira parte. Agora, temos Sam Witwicky (Shia LaBeouf) já formado e procurando por emprego. Embora tenha uma medalha recebida pelo presidente Obama, isto não o ajuda muito. Com sua nova namorada Carly (Rosie Huntington-Whiteley), ele tenta se virar, até descobrir o plano dos Deceptiocons, ainda espalhados pela Terra. Este trabalho de tentar salvar a Terra trará para Sam problemas com a namorada. Em paralelo, os Autobots trabalham com o governo em várias missões ao redor do globo. Em uma delas, Optimus Prime, líder dos Autobots descobre que foi enganado pelos humanos quando estes disseram nunca terem tido contato com sua raça anteriormente. Revelado isto, Optimus parte à Lua com os demais para resgatar um deles, que fugiu de Cybertron durante a guerra. Com isto, é mostrada a corrida espacial entre americanos e russos e toda a cobertura que fizeram ao descobrirem a nave acidentada em solo lunar. Porém as coisas não ocorrem como Optimus previa e o despertar do antigo líder Autobot vindo da Lua trará enormes consequências à existência humana.

Bombardeado pela crítica, o filme foi feito para quem gosta da série. Para este público, o filme certamente agradará. Embora não goste por não ter opção, mas o filme em 3D foi uma boa sacada para arrecadar mais bilheteria e também dar um realismo maior às cenas de ação, que é o que mais se tem no filme. Não espere por um roteiro tão bem elaborado, já que o negócio aqui é mostrar a loira Rosie Huntington-Whiteley e é claro, as lutas entre Autobots e Decepticons. Embora o filme seja longo, as cenas são bem distribuídas, apesar de um começo meio parado. Li em uma entrevista que Michael Bay utilizou cenas reais da corrida espacial para tentar levar mais adultos (o filme é direcionado para crianças e adolescentes) ao cinema e talvez se identificarem um pouco com a época. Fato mesmo é que para quem estava aguardando a chegada do terceiro filme (eu, claro!), valeu cada centavo do ingresso. Melhor que o segundo, mais abaixo do primeiro, Transformers – O Lado Oculto da Lua é filme para um público exclusivo, os que curtem a série, e um blockbuster de arrasar quarteirão, que é o tipo que enche a sala de cinema .Se você gosta, vá correndo. Se não gosta, vá para assistir e falar mal depois. Não darei mais detalhes, para não estragar a surpresa de quem for assistir. Mais uma vez, cito que o filme é longo! Mas e daí? Quem for assistir não está com pressa! Longo é o domingo com Faustão e Gugu! Resumindo: um filme para se falar pouco e assistir muito! Confira o trailer abaixo e vá assistir a este show de efeitos especiais e sons!

LClarindo, que não pode comprar um Camaro! Só uma miniatura do Optimus Prime!

Namorados Para Sempre – Crítica

23 junho 2011

 

Blue Valentine – EUA- 2010 – Direção: Derek Cianfrance – Elenco: Ryan Gosling, Michelle Williams, Faith Wladyka, John Doman – Duração: 114 minutos – Gênero: Drama – Avaliação: Muito Bom, apesar do título!

Enganado! Esta é a sensação que você terá ao assistir o filme pensando em mais uma comédia romântica água com açúcar. Traduzido para o público como Namorados Para Sempre (malditos tradutores e distribuidores), o filme dá a impressão de ser sobre o relacionamento de eternos namorados. Porra! Longe disto! O filme é literalmente um soco no estômago para os casaizinhos que vão ao cinema esperando ver uma história de amor a ser copiada. E veja como é feita a propaganda: na véspera dos namorados, é o filme “romântico” lançado. Se muitos casais foram assistir, puderam ter um Dia dos Namorados deprimente, dependendo da situação do casal. E por que o motivo disto? Vejamos a história abaixo:

Cindy (Michelle Williams) e Dean (Ryan Gosling) são casados há algum tempo e tem uma filha pequena, Frankie (Faith Wladyka). O casal passa por uma crise, que vai se aprofundando cada vez mais. Tentam então fazer uma pequena viagem para tentarem se unirem novamente, proposta por Dean. Em uma suíte de motel, eles parecem totalmente estranhos e inseguros quanto ao outro. A idéia não acontece como previsto e estoura de vez a crise do casal, que parece não conseguir mais seguir em um mesmo rumo. Durante estas cenas da crise, são mostrados os flashbacks do casal, desde as cantadas baratas de Dean até a vida meio louca de Cindy. Vemos as dificuldades deles enquanto namorados e as decisões que tomaram para chegarem aquele ponto, além dos detalhes que nos permitem entender um pouco mais as raízes da crise em que chegaram. Embora algumas cenas no início do namoro possam dar a impressão de ingenuidade, outras mostram os conflitos de cada um para tentarem ficarem juntos. Resumindo: de romântico o filme não tem nada, mas de realista, totalmente! A crise enfrentada pode ser identificada por vários casais que pensavam em assistir um filme de romance e saem com outra impressão. De outra forma, é um meio para se fazer uma avaliação do relacionamento e verificar o que é preciso fazer para que não se chegue ao ponto onde chegaram Cindy e Dean. Destaque para as cenas sem diálogos, que parecem meio que ensurdecedoras, diante a situação do casal. Nestas horas, o silêncio é a pior coisa. E a conversa quando iniciada, logo vira discussão! A atuação de  Michelle Williams lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Mas também o papel de Ryan Gosling é muito bem interpretado. Confira o trailer abaixo e vá assistir, mas tendo ciência, agora, que se trata de um drama, nem sempre tão bem explorado pelo cinema em outras oportunidades.

LClarindo ,que não tem mais crises desde 2009!

X-Men: First Class – Crítica

17 junho 2011

 

 X-Men: First Class – EUA- 2011 – Direção: Matthew Vaughn – Elenco: James McAvoy, Michael Fassbender, Kevin Bacon, January Jones.Duração: 132 minutos – Gênero: Aventura/Ficção- Avaliação: First Class = The Best! Fuck the rest!

Para você que curte os X-Men, sabe que o Professor X e Magneto eram grandes amigos, até que eles passam a atuar em lados diferentes. Mas o que você não sabe é como Charles Xavier (James McAvoy) e Erik Lehnsherr (Michael Fassbender) se conheceram e lutaram  por objetivos em comum. Você se lembra da cena de Magneto ainda menino no campo de concentração entortando os portões (uma das minhas favoritas) ? Pois agora podemos verificar a continuação de como ele sobrevive ao campo de concentração. Em paralelo, nos é apresentado Charles ainda pequeno e sua pequena amiga azul que lhe aparece em casa. Mais velhos, Erick busca o acerto de contas contra Sebastian Shaw (Kevin Bacon), cientista nazista que busca a terceira guerra mundial, entre EUA e União Soviética: Duas aulas de história sobre o nazismo e a Guerra Fria. Quando se encontram, é clara a diferença entre ambos. Charles quer ajudar a Cia a encontrar Shaw e evitar o confronto nuclear enquanto Erick entra no barco apenas por ser uma forma mais fácil de encontrar Shaw novamente. O filme percorre esta trama, enquanto nos são revelados os mutantes recrutados por Chavier e Erick para servirem de ajuda, já que Shaw também tem seus próprios capangas mutantes. Iniciam-se então os nomes de batismo que os acompanhariam desde então.

X-Men First Class é em minha opinião, o melhor filme da franquia, onde os efeitos especiais são menos exagerados que os demais e a vida não gira somente em torno de Logan (Hugh Jackman). Este aparece em uma pequena parte, uma das mais engraçadas. A história é mais que o clássico bem contra o mal. É a questão do preconceito contra a raça (mutantes) e o início da busca da segregação. E o melhor é a forma como chegamos a compreender onde se inicia a rixa de Professor X e Magneto (meu favorito), cada um com seus respectivos motivos, e que, como em um debate, devem ser respeitados. Não há entre eles o certo e o errado. O bom e o mau.   Para quem curte, é um filme essencial, que abre espaço para novos filmes X-Men nos mesmos moldes. Assim como Batman – The Dark Night está marcado como o filme do Batman, X-Men: First Class está marcado para a série. Não perca mais tempo e vá ao cinema conferir. Assista o trailer abaixo:

 

PS: Se você também vota em Magneto, indico a leitura do livro/quadrinhos Magneto Testamento, da Panini, que dá mais detalhes sobre a estadia de Erick nos campos de concentração.

LClarindo, que apóia a causa de Magneto!

Diamante de Sangue – Crítica

10 junho 2011

 

Blood Diamond – EUA – 2006 – Direção: Edward Zwick  – Elenco: Leonardo DiCaprio, Jennifer Connelly, Djimon Hounson, Kagiso Kuypers – Duração: 138 minutos – Gênero: Aventura/Drama – Avaliação: Ótimo

Serra Leoa, década de 90. O país vive o ápice da guerra civil entre o governo e o grupo Força Unida Revolucionária (FUR). Durante uma invasão da FUR à sua aldeia, o pescador Solomon Vandy (Djimon Hounson) é capturado e levado para trabalhar em uma mina de diamantes. Lá, ele encontra um diamante cor-de-rosa valiosíssimo e o tenta esconder. No momento em que sua ação é descoberta por um membro da FUR, o governo ataca a mina e Solomon é preso, junto com os demais. Na cadeia, Danny Archer (Leonardo DiCaprio) ouve o integrante da FUR ameaçar Solomon por conta do diamante. Ex-mercenário e agora contrabandista de diamantes para a Libéria, Archer paga a fiança de Solomon e logo o obriga a fazer um acordo para que busquem o diamante, e em troca ele o ajudaria a encontrar sua família que foi separada. Sem opção, Solomon aceita a proposta e corre com Archer em busca da pedra, mesmo não confiando plenamente nele. Entretanto, neste momento Archer é sua única opção.

Mais que a busca pelo diamante, o filme mostra toda a crueldade que é imposta à Solomon, que tem sua vida destruída pela guerra e vê agora uma única chance de tentar resgatar sua família para estarem juntos novamente. A sua busca, sem dúvida, é o tema central do filme. Leonardo DiCaprio interpreta um mercenário, que mostra que para ele o dinheiro é o que mais importa. A realidade mostrada no filme com relação às crianças que perdem sua juventude é impactante e continua até hoje em lugares onde jamais temos conhecimento do que acontece. A desgraça e a ganância são universais. É claro que o sentido da vida é buscar o equilíbrio no sentido emocional e material, e por isto é que podemos usar o tema do filme para refletirmos nossas atitudes: hoje lutamos pelos nossos valores (família) ou pelo dinheiro (diamante)?  É claro que ambos são fundamentais e cada um nos custa um preço. Mas nem todos conseguem buscar os dois igualmente. Diamante de Sangue é um filme que deve comprado para ser visto quando estamos desanimados e ver em Solomon a inspiração que nos falta para alcançarmos o que buscamos.

Confira o trailer e assista:

 LClarindo, que não saberia distinguir um diamante!

Thor – Crítica

4 maio 2011
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Thor – EUA- 2011 – Direção: Kenneth Branagh – Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Stellan Skarsgard, Anthony Hopkins – Duração: 114 minutos – Gênero: Ação – Avaliação: Muito Bom!

Thor (Chris Hemsworth) é um poderoso guerreiro prestes a receber o trono de Asgar de seu pai Odin (Anthony Hopkins). Entretanto, no seu grande momento, o reino é invadido e um acordo antigo de paz é quebrado. Thor, inconsequente e arrogante, descumpre as orientações de seu pai e busca recomeçar a guerra por conta da invasão. Como castigo por desobedecer a seu pai e colocar seu irmão e amigos em perigo, Odin o envia à Terra, para viver entre os mortais, sem seus poderes, que foram retirados por seu pai. Na Terra, ele conhece a cientista Jane Foster (Natalie Portman), que buscará respostas e o tentará ajudar a recuperar seu martelo, que também foi enviado à Terra. Paralelamente, seu irmão Loki (Tom Hiddleston) tem um plano para assumir o trono, aproveitando-se da ausência de Thor. Na Terra, Thor precisará de ajuda para conseguir retornar à Asgar e impedir que o reino entre em uma guerra iminente.

Para começar, sou leigo e não conhecia a história de Thor. Portanto, informações sobre detalhes originais deverão ficar de fora. Thor é um guerreiro folgado pra cara…o. Manja cara que só está esperando uma resposta para entrar em uma briga? Ele é esse. Inclusive é com uma provocação que ele quebra começa quebrando o pau. O castigo de vir à Terra eu já teria achado suficiente, mas aqui ele verá que as coisas não são tão fáceis sem seus poderes. Infelizmente, não senti que o filme convence ao tentar mostrar Thor preocupado com as pessoas na Terra. Para mim, essa parte não colou. Se Thor tem até bastantes cenas engraçadas, este drama de Thor não rola. O filme convence a porradaria (e nem é tanta) quando Thor tem seu martelo à mão. Do mais, o romance forjado não consegue se desenrolar. Como a Marvel e a indústria já descobriram que fazer filme de personagens dá dinheiro, Thor não fica atrás e é um blockbuster de sucesso. E se você gostar de Thor, poderá vê-lo em 2012 com Homem de Ferro, Hulk e Capitão América em Os Vingadores.

Se você é assim, como eu, que gosta da franquia Marvel, com certeza assistirá Thor. Eu assisti em 3D e indico. Embora não tenha tantas cenas com o efeito, vale a pena. E atenção para a dica mais importante: espere no final acabarem todos os créditos (bastante) e veja uma cena que mostrará uma dica do que acontecerá nos Vingadores! Todo mundo vai embora antes e não vê, assim como ocorreu no Homem de Ferro, que dava a dica do Thor. Informação é tudo: aproveite-a. Portanto, indico que vá ao cinema e assista para comprovar!

LClarindo, que queria ter muito um martelo!